Ana e os dinheiros
Como a Cláudia é montada: de onde vem cada cor, cada grafismo e cada modelo de card, e qual arquivo abrir quando você quiser mudar alguma coisa.
Repositório marca-ana-e-os-dinheiros, privado. Nenhum
arquivo de marca nasce em outro lugar. Tudo aqui é original; o resto é cópia.
A camada normativa. Cores em HEX, tipografia, espaçamentos, contrastes medidos. Quando dois arquivos discordarem de uma cor, este decide.
DESIGN.mdOs 16 ícones oficiais em 9 tons. Cofrinho e coração não existem no set, e são proibidos no guia.
assets/grafismos/{tom}/Monograma e assinatura, horizontal e vertical, em cada cor da paleta.
assets/logos/sincronizar-grafismos.sh distribui para dois
destinos, o Fluxo Criativo e a Plataforma PSD. Rode com --conferir para ver o
que está fora de dia sem alterar nada.
Cópia dos 144 grafismos e das logos, que o gerador de cards consome.
scripts/assets/Cópia para o site das alunas, em Next.js.
psd-plataforma/Não recebe cópia. Aponta direto para os caminhos da fonte, então não desatualiza.
lê marca-ana-e-os-dinheirosRepositório fluxo-criativo. Aqui a Cláudia decide o que
escrever, escolhe o modelo e transforma texto em PNG.
As 9 etapas do fluxo, da transcrição até a publicação, com um portão de aprovação sua em cada uma.
.claude/skills/claudia/SKILL.mdA marca destilada: quem é a Ana, as 2 personas, tom de voz, vocabulário proibido, e os HEX exatos. É o único contexto fixo da sessão.
references/cerebro-claudia.mdO catálogo que eu leio na Etapa 3 para escolher a composição de cada slide. 14 originais e 41 da biblioteca A a G.
references/layouts-visuais.mdDois templates. O -v2 carrega o CSS dos 41 novos; o outro, dos 14
originais. O JSON guarda o HTML de cada modelo com campos nomeados.
gerar-cards-claudia.py monta o HTML, embute foto,
logo, grafismo e fontes, confere se o texto cabe no card e tira um screenshot em
1080×1350 com o Chrome. Depois publicar-instagram.py leva para o feed e os stories.
O que sai da máquina, e onde cada coisa fica guardada.
Pauta, slides, legenda, stories, os PNGs e as fotos puras. Uma pasta por post. Fica fora do git de propósito: são 159 MB que só crescem.
meus-produtos/…/claudia/{data}-{slug}/Feed e stories, pela Graph API, sempre com um portão de confirmação antes de qualquer publicação.
@anaeosdinheirosOs 41 modelos novos com texto de exemplo, publicados para consulta e para mandar para uma designer.
marca.anaeosdinheiros.com/templates-postEsta é a parte que costuma confundir, porque as duas coisas falam de marca mas atuam em momentos diferentes.
A skill identidade-visual-psd tem 28 KB. Carregar isso em toda peça seria
caro e desnecessário. Em vez disso, o guia foi destilado uma vez para o
cerebro-claudia.md, que tem os mesmos HEX e a mesma tipografia em 12 KB.
Ou seja: as duas leem a mesma fonte, mas em tempos diferentes. A skill lê ao vivo, quando você pede um material avulso. A Cláudia lê o resumo, feito no setup.
Você quer uma peça fora do fluxo da Cláudia: um e-mail, um slide, um PDF, uma planilha, uma seção de página. Ela aplica a identidade na hora, com o guia inteiro na mão.
É conteúdo de Instagram do começo ao fim: pauta, slides, legenda, stories, imagens e publicação, com aprovação sua em cada etapa.
Mudou uma cor no DESIGN.md? A skill pega na hora. A Cláudia não,
porque ela lê o cérebro. Rode /claudia-setup atualizar para regerar o resumo.
Esse comando compara a data de modificação dos arquivos-fonte com a data gravada no
rodapé do cérebro. Por isso a cópia do guia na pasta Configuração da Cláudia
não pode ser movida nem renomeada: sem ela, o modo atualização para de funcionar em
silêncio.
A pergunta prática. Cada linha vai direto ao arquivo, e a última coluna diz o que fazer depois de salvar.
| Se você quer mudar… | Abra este arquivo | Depois |
|---|---|---|
| Uma cor, uma fonte, um espaçamento da marca | marca-ana-e-os-dinheiros/DESIGN.md |
Copie para o fluxo-criativo e rode /claudia-setup atualizar |
| Um grafismo ou uma logo | marca-ana-e-os-dinheiros/assets/ |
Rode sincronizar-grafismos.sh |
| Qual tom de grafismo aparece em cada fundo | gerar-cards-claudia.py, tabela PADRAO_POR_FUNDO |
Regere um card para conferir |
| O tom de um card específico, sem mudar a regra | No config do post: "icone_cor" ou "icone_destaque" |
Vale só naquele card |
| A aparência de um modelo novo (A1 a G6) | creative-templates/claudia-card-v2.html |
Afeta os 41 de uma vez |
| A aparência de um layout original | creative-templates/claudia-card.html |
Afeta os 14 antigos |
| Os campos de texto que um modelo aceita | creative-templates/modelos-claudia.json |
Documente em layouts-visuais.md |
| Como eu escolho o modelo de cada slide | references/layouts-visuais.md |
É o que eu leio na Etapa 3 |
| O tom de voz, as personas, o vocabulário | A base em Configuração da Cláudia/ |
Rode /claudia-setup atualizar |
| As etapas do fluxo ou os portões de aprovação | .claude/skills/claudia/SKILL.md |
Vale na próxima peça |
| O guia publicado em marca.anaeosdinheiros.com | guia-visual/index.html |
Commit e push republicam sozinho |
O que está aberto, na ordem em que atrapalha.
Nove modelos pedem grão: A7, A9, o grupo F inteiro (F1 a F5), G3 e G4. Todos estavam saindo lisos, então o grupo “Fundo com textura” era igual aos outros.
Causa: o CSS pedia url("assets/grain.png"), um caminho
relativo herdado do projeto do Claude Design, e o arquivo nunca tinha sido trazido
na importação dos modelos.
Correção em 08/09/2026: o grain.png original foi baixado do Claude
Design e passou a viver na fonte, distribuído pelo sincronizar-grafismos.sh.
O gerador embute a textura no card, como já fazia com fontes e logo. Os nove foram
regerados.
Ressalva honesta: o conector corta arquivo em 256 KB e o PNG é maior, então vieram
320 das 360 linhas. A faixa recebida foi espelhada para fechar o quadro. É a
textura original, re-ladrilhada, não uma imitação.
Um acervo de fotos da marca marcadas por tema (cozinha, mercado, retrato, trabalho, mesa), para os 13 modelos que pedem foto puxarem de lá em vez de gerar uma imagem nova toda vez. Corta o custo de API e dá coerência visual entre posts.
Hoje cada peça gera as fotos do zero e guarda em
fotos-puras/ dentro da pasta do post, sem catálogo e sem reuso.
A biblioteca tem 56. O caminho está montado e é repetível: desenhar no Claude Design com os campos rotulados, exportar o HTML, extrair para o catálogo, e documentar os campos.
Nenhum é do trabalho da Cláudia. As skills de leitura e edição do Google, os
comandos e os scripts de transcrição são um corpo de trabalho separado, aberto
antes desta sessão. As datas confirmam: o CLAUDE.md e o
tempo-estimado.md são de 9 de julho, o _regras.mjs é de 5
de setembro.
Commitar às cegas repetiria o erro que custou uma tarde: um commit com 158 arquivos que precisou ser dividido depois. O caminho é ver um por um e agrupar por assunto.
O cerebro-claudia.md é gerado pelo /claudia-setup e traz
material pessoal seu, incluindo as histórias de origem. Está versionado desde hoje,
mas a alteração atual não subiu.
Resolvido em 08/09/2026. Olhando o diff, eram só 4 linhas do rodapé de rastreio, atualizadas quando o guia visual mudou. Nenhuma seção de conteúdo foi tocada, então não havia nada de pessoal para confirmar. Commitado.
Arquivo de marca nasce no repositório da marca e é distribuído pelo script. Se você acrescentar um grafismo direto no fluxo-criativo, a próxima sincronização não o conhece, e o arquivo vira órfão.
Duas conversas mexendo na Cláudia ao mesmo tempo geram commits misturados, arquivos duplicados com “ 2” no nome e um catálogo que discorda de si mesmo. A fronteira é a pasta, não o horário.